Primeira Lei
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
Baseadas nas histórias de Isaac Asimov, moldando a ética dos robôs na ficção científica.
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
Um robô não pode prejudicar a humanidade, ou, por inação, permitir que a humanidade sofra algum mal. Assim colocando a segurança da humanidade como um todo acima das outras leis e até mesmo de um indivíduo, o que permite ao robô desobedecer ordens humanas se necessário para o bem maior.
Observação: A Lei Zero da Robótica é uma adição posterior (1985, em "Robôs e Império") de Isaac Asimov às suas famosas Três Leis, e cria debates sobre priorizar “humanidade” vs. indivíduos.
As Três Leis da Robótica foram popularizadas pelo escritor Isaac Asimov em contos e romances como Eu, Robô (1950). Elas servem como um conjunto de regras fictícias para orientar o comportamento de robôs e explorar dilemas éticos em histórias de ficção científica. A Lei Zero, introduzida posteriormente, amplia o foco do indivíduo para a humanidade como um todo.